João Costa



Natural de Vila Nova de Gaia, concluiu o Curso Superior de Violoncelo na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo (ESMAE-IPP). Foi violoncelista do quarteto de cordas “Ethos” e colaborou com orquestras profissionais e também, em concertos ao vivo ou em estúdio, com músicos e grupos como Silence Four, Pedro Abrunhosa, Mesa, Vozes da Rádio e Classificados. Para além de músico, a sua atividade profissional divide-se entre a prática pedagógica e a coordenação de projetos pedagógicos e artísticos, destacando-se o cargo de Coordenador de Projetos com Instituições da Direção de Educação e Investigação da Casa da Música em 2005 (ano de abertura). Foi o responsável pedagógico pela criação da Escola de Música de Perosinho, da qual é, desde 1996, membro da direção pedagógica sendo, atualmente, o seu Diretor Artístico. Para além da direção de várias orquestras escolares, com as quais se apresenta com regularidade, é responsável pela conceção e coordenação de inúmeros projetos artísticos e pedagógicos, destacando-se os projetos “Per Mamas & Papas”, “Integrar”, “Concertos em Família”, entre muitos outros, e os projetos internacionais “Língua-mãe”, com o músico brasileiro Naná Vasconcelos, Coménius (“Water my Flower”) e Erasmus+ (“THEIA”, “Per Formar” e “Classical Rap”). É, desde 2016, júri do concurso “Gaia é Fado”, organizado pelo jornal “O Gaiense”.
É detentor de uma Pós-Graduação em Gestão e Animação de Projectos no âmbito das Atividades de Enriquecimento Curricular e de um Mestrado em Ciências da Educação (FPCEUP). Frequenta o 3º ano do Curso Doutoral em Educação Artística da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e é investigador colaborador do I2ADS (Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade) da FBAUP onde faz parte da equipa LABEA – Laboratório de Investigação em Educação Artística. Fez também parte da equipa de avaliadores responsável pelo “Estudo de Avaliação sobre o Impacto das Políticas Públicas na Área da Educação Artística em Portugal” (2015). Tem feito comunicações em conferências acerca do seu trabalho de investigação, destacando-se as conferências ECER em Budapeste (2015), Dublin (2016) e Bolzano (2018). Em 2019 escreveu, em parceira com Andrea Creech, o capítulo ” Teaching and learning in unfamiliar territory”  para o livro, “Expanding the Space for Improvisation Pedagogy in Music” da editora Routledge.